O 8° ano da Escola Monteiro Lobato Cems na Rota, Norte do Espírito Santo

Um pequeno resumo para quem quer conhecer um pouco da história do Norte do Espírito Santo.
Seguindo pela BR-101, os alunos do 8° ano saíram da rota diária para conhecerem um “eixo” que desenha um pouco, a biodiversidade de cidades onde um rico patrimônio local se revela.
Linhares – (Reserva Natural da Vale do Rio Doce – Receberam informações sobre um ecossistema que possui 21.787 hectares em plena Mata Atlântica). Berço de árvores centenárias várias espécies de animais perambulando livremente pelo espaço da Reserva.
Conceição da Barra – Lugarejo singelo onde no passado, não muito distante, houve inapropriada interferência humana e hoje, a natureza cobra essa atitude: o mar quer de volta o espaço que um dia foi seu. Com vigor, esse mesmo mar, tem destruído casas, igrejas, sonhos.
Itaúnas – Simpática cidadezinha fincada numa das mais belas áreas do litoral capixaba: Com suas dunas monumentais, exuberantes, vorazes tem chamado a atenção de turistas, estudiosos do meio ambiente, preservacionistas. Enfim, pessoas que têm ajudado a desenvolver o turismo e a consciência ecológica, para a necessidade da parceria homem/natureza com o objetivo do bem comum.
Guriri – Uma visita ao Projeto Tamar é um encontro com a natureza.
No Projeto Tamar, os alunos foram apresentados por um biólogo, às ações de proteção às tartarugas marinhas, cuja reprodução acontece anualmente em suas areias.
Guriri – Ilha com ares de cidade do interior.
São Mateus – Cidade onde coexistem em harmonia, o passado e o presente.
Andando pela cidade, foi possível conhecer as ruínas da Igreja Velha, obra inacabada do século XIX, a Igreja de São Benedito, o Museu Municipal, o casario que compõe o Sítio Histórico do Porto e o mercado onde são comercializados: a farinha, o beiju, a tapioca e uma infinidade de produtos que “enchem” os olhos de quem percorre seus corredores.
Como outras cidades brasileiras, São Mateus foi palco da arrasadora exploração dos escravos. Por conta dessa atividade teve as portas de seu porto, abertas para a chegada, comercialização e “distribuição” dos negros.
O passado acompanha os passos de cada visitante que percorre suas ruas.
Valeu a pena por o pé na estrada!
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